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O bom e velho jeans é o futuro do Denim
O Denim foi criado na frança, massificado nos Estados Unidos e apelidado de “jeans” na Itália. É ainda peça obrigatória em qualquer guarda-roupa no mundo. Sua vitalidade e jovialidade são sustentadas pela tecnologia, pesquisa e desenvolvimento na produção industrial - antes mesmo do tecido chegar às mãos dos estilistas e designers.
No Brasil, a inovação numa indústria de pouca tecnologia e sem dinheiro para grandes investimentos acontece nas primeiras fases da produção. A adoção de novas fibras, efeitos de fiação e construção do tecido são essenciais. “Até alguns anos atrás, só trabalhávamos com quatro tipos de 100% Denim. Hoje, temos o stretch, elastanos, etc.”, disse Rogério Segura, responsável pelo Centro de Pesquisa & Desenvolvimento da Tavex Corporation para a América do Sul.
O futuro do Denim está na transição do básico para o diferenciado e no uso criativo de suas características básicas: o visual, o conforto e a versatilidade. Mesmo assim, os empresários pouco investem em técnicas de tingimento e quase nada em acabamento. “A indústria brasileira precisa seguir a lavanderia e adaptar os conceitos. Os confeccionistas preferem o look à funcionalidade”, garante Rogério.
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